Globosfera

Grand Canyon, maconha, Ushuaia, mochilão e mobile
Wendel Lima

À beira do abismo

Vídeos e fotos tentam comunicar a grandiosidade de lugares de tirar o fôlego como o Grand Canyon e o Zion National Park, nos Estados do Arizona e Utah (EUA). Mas nada se compara a olhar o precipício de 1,5 km de profundidade a partir da beirada da rocha ou andar por um riacho numa trilha que se perde de vista entre os paredões. Cerca de 400 educadores que trabalham na rede escolar adventista ao redor do mundo tiveram essa oportunidade nos dias 15 a 24 de agosto. E a equipe da Conexão 2.0, também. Durante dez dias de palestras sobre paleontologia, biologia, geologia, arqueologia, filosofia e teologia, eles foram treinados para identificar nessas formações rochosas indícios de uma catástrofe global, que a Bíblia chama de dilúvio. O que esse grupo descobriu in loco será nossa reportagem de capa de janeiro. Não perca!
 

A vida no fim do mundo

A 3 mil km de Buenos Aires e mais perto da Antártida do que qualquer outra cidade do mundo, Ushuaia atrai turistas de todo o globo. Atraiu também três alunos de Jornalismo do Unasp, que fizeram da curiosidade sobre a cidade o tema de um documentário de 23 minutos que lhes serviu de TCC. No fim de 2012, eles foram para lá a fim de contar mais por imagens do que por texto, como vivem os 56 mil moradores do fim do mundo. Trabalho, monumentos, atividade portuária, comida e belezas naturais são alguns dos tópicos da produção disponível no link.

De costa a costa

Que tal atravessar os Estados Unidos de uma costa à outra numa viagem de trem, registrando em vídeos e fotos o cotidiano das maiores cidades do caminho? É o que o jornalista Paulo Holdorf e o fotógrafo Luiz Campos estão postando num blog. Depois de terem morado algum tempo em Boston, os dois decidiram mudar para a Califórnia. A ideia do projeto é gastar o mínimo possível e registrar todos os momentos. A dupla já postou conteúdo sobre Boston, Nova York, Detroit e Chicago.
 

Acampamento mundial

Quando 46 mil adolescentes se reúnem longe dos pais, num acampamento, disciplina é o que menos se espera, certo? Errado, pelo menos quando se trata de um campori – acampamento organizado pelos clubes de desbravadores. No caso da base área de Oshkosh, em Wisconsin (EUA), a cada cinco anos, uma cidade móvel é erguida para abrigar acampantes da América do Norte e de 50 países. Durante os dias 11 a 16 de agosto, essa galera praticou esportes radicais, prestou serviço comunitário, fez amigos do mundo todo, estudou a Bíblia e assistiu a peças sobre o profeta Daniel. Mais do que isso, eles fizeram um compromisso com Deus para toda a vida. Lá, 600 pessoas foram batizadas. Para quem deseja participar do próximo, tem cinco anos para se preparar (camporee.org): o acampamento será de 12 a 17 de agosto de 2019.
Fonte: adventistreview.org

Quanto o brasileiro gasta com livros?

Os brasileiros devem gastar 9,32 bilhões de reais em livros e publicações impressas até o fim de 2014. Metade desse consumo vem da classe B, que corresponde a 27% das famílias do país. Os moradores do Sudeste são os que mais investem em impresso: 63,31 reais em média. No Estado de São Paulo, onde foi realizada a 23ª Bienal Internacional do Livro, em agosto, o consumo de publicações equivale a metade de toda a participação do Sudeste. A pesquisa inclui a compra de livro, jornal, revista e publicações técnicas.
Fonte: Ibope

Duas telas

Ao andar nas grandes cidades, a impressão que se tem é de que todo mundo está conectado full time. Não é só impressão. Hoje, um em cada cinco brasileiros costuma comentar, divulgar ou compartilhar experiências pela internet no exato momento em que elas acontecem. A razão é simples: 43 milhões de pessoas com 12 anos ou mais navegam pela web usando dispositivos móveis. Metade dos que postam em tempo real está comentando programas de TV.
Fonte: Datafolha
 

Maconha atrapalha estudos

“Quem cola não sai da escola”, já dizia o ditado, mas quem fuma, parece que também não. Segundo novo estudo, adolescentes que consomem a droga diariamente, são 60% menos propensos a concluir o ensino médio ou a faculdade. Além disso, eles têm oito vezes mais chances de consumir outras drogas ilícitas. A pesquisa foi feita com 3.765 fumantes de maconha que participaram de três estudos científicos. Os resultados foram publicados no The Lancet Psychiatry, no início de setembro. Em clima de liberalização da maconha, estudos como esse devem fazer pensar se o melhor caminho é estimular o consumo.
Fonte: Veja.com

Autor: Wendel - Publicado em: 05/10/2014 - Fonte: